Declaração de Fé

          Cremos numa Bíblia sobrenatural, que fala de um Cristo sobrenatural, que teve um nascimento sobrenatural, que disse palavras sobrenaturais, que fez milagres sobrenaturais, que viveu uma vida sobrenatural, que morreu uma morte sobrenatural, que ressuscitou num esplendor sobrenatural, que fez intercessão como um sacerdote sobrenatural e que um dia voltará em Glória sobrenatural para estabelecer um reino sobrenatural na terra.

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Das escrituras

Art. 1º – Das Escrituras. Cremos que a Bíblia Sagrada foi escrita por homens, sobrenaturalmente inspirados e que contém a verdade sem qualquer erro em seu conteúdo. E, portanto é, e permanecerá até o fim dos séculos como a única revelação completa e final de Deus ao homem; o verdadeiro centro de união cristã e o padrão supremo pelo qual toda a conduta humana, credos e opiniões deverão ser aferidos.

  1. Por Bíblia Sagrada queremos dizer aquela coleção de sessenta e seis livros, de Gênesis a Apocalipse, a qual, originalmente escrita, não só contém e transmite a Palavra de Deus mas é a própria Palavra de Deus.
  2. Por inspiração, queremos dizer que os livros da Bíblia foram escritos por homens santos da antigüidade, conforme foram movidos pelo Espírito Santo e de um modo tão definitivo que os seus escritos foram sobrenatural e verbalmente inspirados, livres de erro, como nenhum outro foi ou jamais será inspirado. 2 Tm. 3:16-17; II Pe. 1:19-21; At. 1:16; At. 28:25; Sl. 119:160; Sl. 119:105; Sl. 119:130; Lc. 24:25-27; Jo. 17:17; Lc. 24:44-45; Sl. 119:89; Pv. 30:5-6; Rm. 3:4; I Pe. 1:23; Ap. 22:19; Jo. 12:48; Is. 8:20; Ef. 6:17; Rm. 15:4; Lc.16:31;Sl.19:7-11;Jo.5:45-47;Jo.5:39.

Do Verdadeiro Deus

Art. 2º – Do Verdadeiro Deus. Cremos que há um só Deus, vivo e verdadeiro; um Espírito inteligente, Criador e supremo governador do céu e da terra; expressivamente glorioso em santidade, digno de toda honra, confiança e amor; que na unidade Divina há três pessoas, Pai; Filho e Espírito Santo, iguais em toda perfeição divina e execução de ofícios distintos, mas harmoniosos na grande obra da redenção. Ex. 20:2-3; Gn. 17:1; 1 Co. 8:6; Ef. 4:6; Jo. 4:24; Sl. 147:5; Sl. 83:18; Sl. 90:2; Jr. 10:10; Ex. 15:11; Ap. 4:11; 1 Tm. 1:17; Rm. 11:33; Mc. 12:30; Mt. 28:19; Jo. 15:26; 1 Co. 12:4-6; 1 João 5:7; Jo. 10:30; João 17:5; 1 Cor 2:10-11; Fp. 2:5-6; Ef. 2:18; 2 Co. 13:14.

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Do Espírito Santo

Art. 3º – Do Espírito Santo. Cremos que o Espírito Santo é uma pessoa divina; igual a Deus, o Pai, e a Deus, o Filho, e da mesma natureza. Cremos que Ele restringe a maldade até que se cumpra o propósito de Deus; que Ele convence do pecado, do juízo e da justiça; que Ele dá testemunho do verdadeiro Evangelho, na pregação e na confirmação; que Ele é o agente do Novo Nascimento; que Ele sela, dota, guia, ensina, testifica, santifica e auxilia o crente. Cremos que o Batismo no Espírito Santo, sempre ocorre quando os pecadores se convertem a Cristo, que os integra, regenerados pelo Espírito Santo, à Igreja. Cremos que alguns dons cessaram em virtude dos mesmos terem desempenhado seu papel de confirmar o evangelho e a palavra dos apóstolos diante das nações nos primórdios da Igreja. Heb. 2:3-4; I Cor. 13:8-13; I Cor. 12:12-13; Jo. 14:16-17; Mt. 28:19; Hb. 9:14; Jo. 14:26; Lc. 1:35; Gn. 1:1-3; 2 Ts. 2:7; Jo. 16:8-11; Jo. 15:26-27; At. 5:30-32; Jo. 3:5-6; Ef. 1:13-14; Mt. 3:11; Mc. 1:8; Lc. 3:16; Jo. 1:33; At. 11:16; Lc. 24:49; Jo. 16:13; Rm. 8:14; Rm. 8:16; 2 Ts. 2:13; 1 Pe. 1:2; Rm. 8:26-27.

Do Diabo

Art. 4º – Do Diabo, ou Satanás. Cremos que Satanás foi uma vez santo e desfrutou das honras celestiais, mas, por causa do orgulho e da ambição de ser como o Todo Poderoso, caiu e arrastou uma hoste de anjos; é agora o príncipe maligno do poder do ar e o deus ímpio deste mundo. Sustentamos ser ele o grande tentador do homem, o inimigo de Deus e do Seu Cristo, o acusador dos santos, o autor de todas as religiões falsas, o poder principal por detrás da presente apostasia, o senhor do anti-cristo e o autor de todas as forças das trevas – destinado; contudo, à derrota final nas mãos do Filho de Deus e ao juízo de uma justiça eterna no inferno, lugar preparado para ele e seus anjos. Is. 14:12-15; Ez. 28:14-17; Ap. 12:9; Judas 6; 2 Pe. 2:4; Ef. 2:2; Jo. 14:30; I Ts. 3:5; Mt. 4:1-3; 1 Pe. 5:8; 1 Jo. 3:8; Mt. 13:39; Lc. 22:3-4; Ap. 12:10; 2 Co. 11:13-15; Mc. 13:21-22; I Jo. 4:3; 2 Jo. 7; 1 Jo. 2:22; Ap. 13:13-14; 2 Ts. 2:8-11; Ap. 19:11,16,20; Ap. 12:7-9; Ap. 20:1-3; Ap. 20:10; Mt. 25:41.

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Da Criação

Art. 5º – Da Criação. Cremos no relato da criação que se encontra no livro de Gênesis e que deve ser aceito literalmente, e não alegórica ou figuradamente; que a criação do homem não foi matéria da evolução ou mudança evolutiva das espécies, ou do desenvolvimento através de intermináveis períodos de tempos, de formas mais baixas para superiores; que toda a vida animal e vegetal foram feitas diretamente pela lei estabelecida de Deus para que produzissem “Segundo sua espécie”. Gn. 1:1; Ex. 20:11; At. 4:24; Cl. 1:16-17; Hb. 11:3; Jo. 1:3; Ap. 10:6; Rm. 1:20; At. 17:23-26; Jr. 10:12; Ne. 9:6; Gn. 1:26-27; Gn. 2:21-23; Gn. 1:11; Gn. 1:24.

Da Queda do Homem

Art. 6º – Da Queda do Homem. Cremos que o homem foi criado em inocência, sob a lei do seu Criador, mas por transgressões voluntárias caiu do seu estado impoluto e feliz, em conseqüência do que, toda a espécie humana é agora pecadora, não por escolha, portanto, sob justa condenação sem defesa ou desculpa. Gn. 3:1-6,24; Rm. 5:12; Rm. 5:19; Rm. 3:10-19; Ef. 2:1,3; Rm. 1:18; Ez. 18.19-20; Rm. 1:32; Rm. 1:20; Rm. 1:28; Gl. 3:22.

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Do Nascimento Virginal

Art. 7º – Do Nascimento Virginal. Cremos que Jesus Cristo foi gerado do Espírito Santo, de uma maneira milagrosa; nascido de Maria, uma virgem, como nenhum homem jamais nasceu de mulher, e que Ele tanto é o Filho de Deus como é Filho do homem. Gn. 3:15; Is. 7:14; Mt. 1;18-25; Lc. 1:35; Mc. 1:1; Jo. 1:14; Sl. 2:7; Gl. 4:4; 1 Jo. 5:20; 1 Co. 15:47.

Do Sacrifício pelo Pecado

Art. 8º – Do Sacrifício Pelo Pecado. Cremos que a Salvação dos pecados é inteiramente de graça; através dos ofícios mediatórios do Filho de Deus, o qual, pela indicação do Pai, tomou livremente sobre ele nossa natureza, todavia sem pecado, honrou a lei divina pela Sua obediência e por Sua morte fez pelos nossos pecados um sacrifício completo; que o Seu sacrifício não consistiu apenas em apresentar-nos um exemplo por Sua morte como um mártir, mas foi a substituição voluntária dEle mesmo em lugar do pecador, do injusto pelo justo, Cristo, o Senhor, levando nossos pecados no madeiro no Seu próprio corpo; que, tendo ressurgido dos mortos, está agora entronizado no céu, unindo sua maravilhosa pessoa às mais ternas simpatias como a perfeição divina. Ele está de todo modo qualificado para ser um Salvador adequado, compassivo e todo-suficiente. Ef. 2:8; At. 15:11; Rm. 3:24; Jo. 3:16; Mt. 18:11; Fp. 2:7; Hb. 2:14; Is. 53:4-7; Rm. 3:25; 1 Jo. 4:10; 1 Co. 15:3; 2 Co. 5:21; Jo. 10:18; Fp. 2:8; Gl. 1:4; 1 Pe. 2:24; 1 Pe. 3:18; Is. 53:11; Hb. 12:2; 1 Co. 15:20; Is. 53:12; Hb. 9:12-15; Hb. 7:25; I Jo. 2:2.

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Da Graça da Nova Criação

Art. 9º – Da Graça Na Nova Criação. Cremos que, para serem salvos, os pecadores devem nascer de novo. O novo nascimento é uma nova criação em Cristo Jesus; que é instantâneo e não um processo; que no novo nascimento o morto em delitos e pecados é feito participante da natureza divina e recebe a compreensão, não pela educação cultural, pelo caráter, nem pela vontade do homem, mas inteira e unicamente pelo poder do Espírito Santo em conexão com a verdade divina, de modo a garantir nossa obediência voluntária ao Evangelho, que a sua devida evidência aparece nos frutos santos de arrependimento, fé e novidade de vida. Jo. 3:3; 2 Co. 5:17; Lc. 5:27; 1 Jo. 5:1; Jo. 3:6-7; At. 2:41; 2 Pe. 1:4; Rm. 6:23; Ef. 2:1; 2 Co. 5:19, Cl. 2:13; Jo. 1:12-13; Gl. 5:22; Ef. 5:9.

Da Gratuidade da Salvação

Art. 10º – Da Gratuidade Da Salvação. Cremos na graça eletiva de Deus; que as bênçãos da salvação são dadas de graça a todos pelo evangelho; é dever imediato de todos aceitá-las, por uma fé cordial, penitente e obediente; que não impede a salvação do maior pecador na terra, senão, por sua depravação inerente e rejeição voluntária do evangelho, que o envolve numa condenação agravada. 1 Ts. 1:4; Cl. 3:12; 1 Pe. 1:2; Tt. 1:1; Rm. 8:29-30; Mt. 11:28; Is. 55:1; Ap. 22:17; Rm. 10:13; Jo. 6:37; Is. 55:6; At. 2:38; Is. 55:7; Jo. 3:15-16; 1 Tm. 1:15; 1 Co. 15:10; Ef. 2:4-5; Jo. 5:40; Jo. 3:18; Jo. 3:36.

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Da Justificação

Art. 11º – Justificação. Cremos que a grande benção do evangelho, é que Cristo garante aos que nEle crêem é a justificação; a justificação inclui o perdão do pecado e o dom da vida eterna sobre princípios de justiça; que é dispensado não em consideração a quaisquer obras da justiça que houvéssemos feito, senão unicamente por meio da fé no sangue do Redentor, a nós imputados por sua justiça. At. 13:39; Is. 53:11; Zc. 13:1; Rm. 8:1; Rm. 5:9; Rm. 5:1; Tt. 3:5-7; Rm. 1:17; Hb. 2:4; Gl. 3:11; Rm. 4:1-8; Hb. 10:38.

Do Arrependimento e da Fé

Art. 12º – Do Arrependimento e Da Fé. Cremos que o arrependimento e a fé são as obrigações solenes e também graças inseparáveis, operadas em nossas almas pela vivificação do Espírito de Deus, pelas quais, sendo profundamente convictos de nossa culpa, perigo e desamparo, do caminho da salvação por Cristo Jesus, voltando-nos para Deus em sincera contrição, confissão e súplica por misericórdia, recebendo ao mesmo tempo cordialmente, o Senhor Jesus Cristo e confessando-o abertamente como nosso único e suficiente salvador. At. 20:21; Mc. 1:15; At. 2:37-38; Lc. 18:13; Rm. 10:13; Sl. 51:1-4; Sl. 51:7; Is. 55:6-7; Lc. 12:8; Rm. 10:9-11.

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Da Igreja

Art. 13ª – Da Igreja. Cremos que a Igreja de Cristo é uma congregação de crentes batizados num concerto de fé e comunhão do evangelho, observando as ordenanças de Cristo, governada por suas leis, exercendo os dons, direitos e privilégios pela sua palavra; que os seus oficiais de ordenanças são pastores ou anciãos cujas qualificações, pretensões e deveres estão claramente definidos nas Escrituras; cremos que a verdadeira missão da Igreja se acha na Grande Comissão: Primeiro, fazer discípulos individuais; Segundo, edificar a igreja; Terceiro, ensinar e instituir como Ele ordenou. Não cremos na inversão desta ordem, sustentamos que a igreja local tem o direito absoluto de auto-governo, livre da interferência de qualquer hierarquia de indivíduos ou organização, que o único superintendente é Cristo, por meio do Espírito Santo; que é espiritual, as verdadeiras igrejas cooperarem com as demais na luta pela fé e propagação do Evangelho; que cada igreja é o único juiz da medida e método de sua cooperação em todos os assuntos da comunidade, de diplomacia, de governo, de disciplina, de benevolência. A vontade da igreja local é final. At. 2;41; At. 2:42; 1 Co. 11:2; Ef. 1:22-23; Ef. 4:11; 1 Co. 12:4, 8-11; At. 14:23; At. 6:5-6; At. 15:23; At. 20:17-28; 1 Tm. 3:1-13; Mt. 28:19-20; Cl. 1:18; Ef. 5:23-24; 1 Pe. 5:1-4; At. 15:22; Jd. 3-4; 2 Co. 8:23-24; 1 Co. 16:1; Ml. 3:10; Lv. 27:32; 1 Co. 16:2; 1 Co. 6:1-3; I Co. 5:11-13.

Do Batismo e da Ceia do Senhor

Art. 14ª – Do Batismo e da Ceia do Senhor. Cremos que o batismo cristão é a imersão de um crente na água, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, com a autoridade da Igreja local, é exibir um emblema solene e belo da nossa fé no Salvador crucificado, sepultado e ressuscitado, com seus efeitos em nossa morte para o pecado e ressurreição para uma nova vida, sendo isto pré-requisito aos privilégios de uma Igreja em relação à Ceia do Senhor, na qual os membros da Igreja, pelo uso sagrado do pão e do vinho, fazem em memória de Cristo, precedido sempre de solene auto-exame. At. 8:36-39; Mt. 3:6; Jo. 3:23; Rm. 6:4-5; Mt. 3:16; Mt. 28:19; Rm. 6:3-5; Cl. 2:12; At. 2:41-42; Mt. 28:19-20; 1 Co. 11:23-28.

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Da Perseverança dos Santos

Art. 15º – Da Perseverança dos Santos. Cremos que só os crentes verdadeiros durarão até o fim, que sua adesão perseverante a Cristo é a grande marca que os distingue de professantes superficiais; que uma providência especial preside sobre o seu bem-estar; que são guardados pelo poder de Deus através da fé para a eterna salvação. Jo. 8:31-32; Cl. 1:21-23; 1 Jo. 2:19; Mt. 13:19-21; Rm. 8:28; Sl. 121:3; Hb. 1:14; 1 Pe. 1:5; Fp. 1:6; Jo. 10:28-29; Rm. 8:35-39.

Dos Justos e dos Ímpios

Art. 16º – Dos Justos e Dos Ímpios. Cremos que há uma diferença radical e essencial entre os justos e os ímpios, que só são verdadeiramente justos na estima de Cristo, os que são justificados pela fé no nome do Senhor Jesus e santificados pelo Espírito de Deus, mas todos os que continuam na impenitência e incredulidade são à sua vista, ímpios e sob a maldição, distinção esta que permanece entre os homens tanto na morte como depois dela, na eterna felicidade dos salvos e no sofrimento cônscio e eterno dos perdidos. Ml. 3:18; Gn. 18:23; Rm. 6:17-18; Pv. 11:31; 1 Pe. 1:18; Rm. 1:17; 1 Co. 15:22; At. 10:34-35; Jo. 2:29; Rm. 6:16; 1 Jo. 5:19; Gl. 3:10; Rm. 7:6; Rm. 6:23; Pv. 14:32; Lc. 16:25; Mt. 25:34, 41; Jo. 8:21; Lc. 9:26; Jo. 12:25; Mt. 7:13-14.

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Do Governo Civil

Art. 17º – Do Governo Civil. Cremos que o Governo Civil é de nomeação Divina, para os interesses e boa ordem da sociedade humana; que os magistrados são, para serem intercedidos em oração, honrados e obedecidos conscientemente, exceto nas coisas opostas à vontade de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual é o único Senhor da consciência e Príncipe vindouro dos reis da terra. Rm. 13:7; 2 Sm. 23:3; Ex. 18:21-22; At. 23:5; Mt. 22:21; Tt. 3:1; 1 Pe. 2:13-14; 1 Pe. 2:17; At. 4:19-20; Dn. 3:17-18; Mt. 10:28; Mt. 23;10; Fp. 2;10-11; Sl. 72:11.

Da Ressureição, Volta de Cristo e Eventos Relacionados

Art. 18º – Da Ressurreição, Volta de Cristo e Eventos Relacionados. Cremos e aceitamos a Santa Escritura sobre esses assuntos, pelo seu valor real e pleno. Da ressurreição, cremos que Cristo ressuscitou corporalmente ao terceiro dia segundo as Escrituras; que Ele ascendeu à mão direita do trono de Deus: que só Ele é o nosso misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas relativas a Deus. Que este mesmo Jesus que foi tomado dentre vós, do céu virá, da mesma maneira como O vistes ir para o céu – corporal, pessoal e visivelmente; que os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; que os santos vivos serão transformados num momento, num abrir e fechar de olhos, na última trombeta, e que os mesmos serão arrebatados para encontrar o Senhor Jesus nos ares; seguindo-se 7 anos da Grande Tribulação neste mundo, concomitante com o Tribunal de Cristo e as Bodas do Cordeiro nos céus, e que o Senhor Deus lhes dará o trono de Seu Pai Davi; que após este período Cristo reinará na terra mil anos em justiça até que tenha posto todos os inimigos debaixo dos Seus pés, e seguindo-se a realização do julgamento do Grande Trono Branco, a condenação eterna dos perdidos no Lago de Fogo, e, a eternidade com a manifestação do Novo Céu e Nova Terra. Mt. 28:6-7; Lc. 24:39; Jo. 20:27; I Co. 15:4; Mc. 16:6; Lc. 24:2-7; At. 1:9, 11; Lc. 24:51; Mc. 16:19; Ap. 23:21; Hb. 8:1; Hb. 12:2; Hb. 8:6; 1 Tm. 2:5; 1 João 2:1; Hb. 2:17; Hb. 5:9-10; Jo. 14:3; 1 Ts. 4:16; Mt. 24:27; Mt. 24:42; Hb. 9:28; 1 Co. 15:42-44, 51-53; 1 Ts. 4:17; Fp. 3:20-21; Lc. 1:32; 1 Co. 15:25; Is. 11:4-5; Sl. 72:8; Ap. 20:1-4; Ap. 20:6. Ap. 20:11-15; Ap. 21:1-2, 9-11.

Da Evangelização e Missões

Art. 19º – Da Evangelização e Missões. O mandamento de levar o Evangelho ao mundo é claro e inconfundível, e esta Comissão foi dada às Igrejas. Mt. 28:18-20, “E Jesus veio e lhes falou, dizendo: Todo o poder me é dado no céu e na terra. Ide, portanto, e ensina todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a observar tudo quanto vos tenho mandado, e eis que estou convosco sempre, até o fim do mundo. Amém.” Marcos 16:15, “E disse-lhes: Ide por todo mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” João 20:21, “Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.” Rm. 10:13-15, “Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele quem não ouviram? E como ouvirão, senão há quem pregue? E como pregarão, senão foram enviados? Como está escrito: Quão formoso os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.”

Da Graça de Dar

Art. 20º – Da Graça de Dar. O dar, segundo as escrituras, é um dos fundamentos da fé. 2 Co. 8:7. “Portanto, assim como abundais em tudo, na fé, em Palavra, no conhecimento e em toda diligência, e no vosso amor para conosco, vede que abundeis também nesta graça”. Somos mandados a trazer nossas ofertas ao tesouro (tesouro comum da Igreja) no primeiro dia da semana. 1 Co. 16:12. “No primeiro dia da semana, cada um de vós pondes de parte o que puderem ajuntar, conforme Deus o fez prosperar, para que não se colete quando eu chegar”. Sob a graça damos e não pagamos o dízimo. “Abraão deu o dízimo de tudo – Abraão deu o dízimo dos espólios”—Hb. 7:2 – e foi isto quatrocentos anos antes da lei, e está confirmado no Novo Testamento; disse Jesus, concernente ao dízimo: “Deveis fazer isto.” Mt. 23:23. Somos mandados a trazer o dízimo ao tesouro comum da Igreja. Lv. 27:30; “O dízimo é do Senhor.” Ml. 3:10: Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me agora nisto, diz o Senhor dos exércitos. Se eu não vos abrir as janelas do céu. No Novo Testamento, era o tesouro comum na Igreja. Atos 4:34-35, 37, “Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos.”

Da Separação

Art. 21º – Da Separação.

  1. Liberalismo – Cremos que devemos separar do liberalismo e modernismo, que têm crescido, e em muitos casos, está controlando completamente as denominações (Tt 2:1; I Tm 4:6; II Co 6:14-18; II Jo 10; I Tm 4:2; Jd 13).
  2. Mundanismo – Cremos que devemos manter-nos longe do mundanismo e de associações mundanas, tanto na prática do mundanismo como freqüentar locais impróprios, embriaguez, uso e tráfico de drogas, tabagismo, bebidas alcoólicas, nudismo, pornografia, dança, maledicência, uso de palavras de baixo calão, e coisas similares ( I Ts 5:22; II Co 6:17; Lc 21:34; Tt 21:34; Tt 2:12; Cl 3:2).

III. Imoralidade – Consideramos falta grave a imoralidade sexual, fora da relação matrimonial, que compreende prostituição, favorecimento a prostituição, fornicação, pedofilia, estupro, homossexualismo, lesbianismo e adultério previsto em lei.

  1. Sociedades Secretas como a Maçonaria – Cremos que não devemos pertencer a qualquer sociedade secreta ( II Co 6;14; Ex 34:12; I Co 5:4).
  2. Seitas Falsas – Cremos que devemos tomar uma posição contrária a qualquer erro como praticam: Testemunhas de Jeová, Adventismo do 7º Dia, Mormonismo, Seitas Orientais, Catolicismo Romano, Espiritismo e Seitas Afro-brasileiras, etc. ( II Co 6:14-18).

Da Não Participação

Art. 22º – Da Não Participação.

  1. Movimento Carismático e Pentecostalismo – Cremos que não devemos trabalhar em união ou participar nos movimentos carismáticos pentecostal.
  2. Movimento Ecumênico. – Cremos que não devemos trabalhar em União com o Movimento Ecumênico e nem participar de cultos e reuniões que caracterizem ecumenismo.

Do Ministério Pastoral

Art. 23º – Do Ministério Pastoral.

  1. Quanto à ordenação feminina: Cremos que não é bíblica a prática da ordenação, nomeação ou eleição de mulheres para o ministério pastoral. 1 Co. 14.34-37; 1 Tm. 2.11-14,
  2. Quanto à ordenação de homossexuais: Cremos que não é bíblica a ordenação dos mesmos ao ministério pastoral e diaconal. Rm.1.27; 1 Co. 6.9; 1 Tm.1.10; 1 Re.14.24.

III. Quanto à ordenação de divorciados. Cremos que não é bíblica a prática da ordenação e manutenção de obreiros no ministério pastoral nestas condições. I Tim. 3:1-7; Tito 1:6-9.